Sobre

O Ateliê Azu é um empreendimento social dedicado à cerâmica artesanal e à transformação de territórios.


Surgimos da vontade de valorizar e preservar a produção artesanal de cerâmica e despertar a consciência coletiva para o uso do azulejo artesanal como ferramenta de transformação de territórios e vidas. Fazemos isso criando processos colaborativos para contribuir com o desenvolvimento sociocultural local e incentivar  comunidades a se integrarem e usarem a arte como meio de reflexão e melhoria de espaços públicos.

A partir daí, continuamos nosso trabalho com o azulejo e nos apaixonamos por todas as possibilidades que a cerâmica artesanal nos traz! 


Hoje, o Ateliê Azu trabalha com:


Produção de cerâmica artesanal

- Azulejos artesanais para design de interiores

- Peças utilitárias e decorativas

- Peças educativas

- Oficinas de cerâmica artesanal


Transformação de territórios

- Reforma de espaços públicos

- Criação de fachadas

- Painéis informativos, placas e sinalizações

- Tours


Quem Faz


Élcio Gonçalves

Nunca foi ceramista, é artista plástico e ilustrador, e gosta de gravura. Começou a fazer cerâmica por causa de um banheiro quebrado, que o levou rever suas aulas de cerâmica do Liceu de Artes e Ofícios. A partir daí, começou a estudar a linguagem do azulejo, o barro, o esmalte e a pintura, e passou a dominar a técnica de produção de azulejo articulado, os famosos “geométricos de padrão”. Se especializou em História da Arte com o crítico de arte Rodrigo Naves e não parou mais. Mudou-se para Ermelino Matarazzo e fundou o Projeto Azu na favela da Vila Santa Inês, que mais tarde virou o que é hoje o Ateliê Azu.


Leandro Araújo (Lele)

Lele é artesão e morador da Vila Santa Inês, onde conheceu Élcio, quando frequentou as primeiras oficinas do Projeto Azu. Como desde a infância tinha afinidade com o desenho, resolveu se juntar ao Élcio em sua empreitada de transformar territórios por meio da cerâmica e da arte. Nesse caminho, aprendeu não apenas técnicas de desenho, cerâmica e azulejaria, mas também se engajou em vários processos de participação social e passou a facilitar oficinas que vinculam a aprendizagem, o fazer artístico e o artesanato, com a ocupação estética e participativa do espaço público. Entre suas principais atividades, está o fomento da criação de espaços de convivência e empreendedorismo nas periferias de São Paulo.